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Casas astrológicas

Na astrologia existem doze casas astrológicas, que representam diferentes áreas da vida. Ao analisar um mapa natal é possível identificar maior ou menor presença de planetas ou pontos em cada uma dessas casas. Áreas que estão mais preenchidas, naturalmente, recebem maior atenção.

Diferente dos planetas, signos e elementos, as casas astrológicas não emanam energia, mas mostram em qual área da vida ela pode se manifestar. É importante destacar que caso não haja algum planeta numa casa, isso não quer dizer que essa área da sua vida não é importante. O astrólogo analisa essa casa especificamente de acordo com a energia do signo que está em sua cúspide.

A ordem das casas astrológicas é orientada pelo signo ascendente, ou seja, o signo que surge no momento do seu nascimento ao leste do horizonte. Ele é a cúspide, também chamada de linha divisória, da primeira casa. As outras casas dão a volta no sentido anti-horário, ou seja, em ordem decrescente.

É interessante observar que em um único dia, um ascendente se move através de todos os signos do zodíaco. Dessa forma, as cúspides mudam de um signo para outro. Isso reforça a necessidade de saber a hora exata e local em que você nasceu, para tornar possível uma análise precisa das casas.

UM BREVE RESUMO DAS CASAS ASTROLÓGICAS

CASA 1

É a casa do ascendente e revela o modo como você aparece para os demais. Diferente do que a astrologia popular prega, essa casa não trata da sua essência mas de um comportamento inconsciente escolhido. A casa 1 é a sua persona, a sua máscara social.

CASA 2

Representa a segurança, principalmente do ponto de vista material, e tem uma analogia com o signo de Touro. É uma casa ligada às questões de sobrevivência e conforto. Por isso, indica o modo como você adquire e aplica seus recursos financeiros.

CASA 3

Essa casa tem uma analogia ao signo de Gêmeos e  fala da troca de informações e, principalmente, às questões de ensino-aprendizagem. O comércio e os processos de negociação também são indicados pela casa 3.

CASA 4

É uma casa de intimidade e diz muito sobre a sua origem, suas raízes (antepassados, família, início e final da vida), e pra onde você vai.

CASA 5

Você já ouviu falar que a casa 5 tem a ver com os filhos? Pois é, faz todo sentido. Ela diz respeito àquilo que você cria e ninguém mais faz igual. Por isso, ela também é uma casa de autoafirmação!

CASA 6

A casa 6 diz respeito a tudo aquilo dentro do eixo da vida e tem uma analogia com o signo de Virgem, principalmente no quesito funcionalidade. Quem tem uma boa casa 6 tem facilidade para se organizar no dia a dia e tende a ser bastante produtivo. Como ela é uma casa ligada aos hábitos, também se relaciona com a saúde. Por isso, bons hábitos resultam em saúde. Maus hábitos, por sua vez, em doenças.

CASA 7

A casa 7, ao contrário da casa 1 (eu), fala do outro. É uma casa, curiosamente, ligada ao casamento e também ao inimigo declarado. É ela que indica as relações de contrato, sejam amorosos ou profissionais, como uma sociedade.

CASA 8

Essa casa diz respeito aos recursos do seu parceiro, no casamento ou nos negócios. A casa 8 também está relacionada àquelas informações ocultas, segredos e recursos intangíveis. É uma casa que tem uma analogia com o signo de Escorpião, e pode representar uma situação de crise. Indica, por isso, a necessidade de uma resolução imediata!

CASA 9

A casa 9 tem um significado muito interessante, já que é uma casa de elevação ao ponto máximo (rumo ao meio do céu). Isso quer dizer que a sua visão de mundo e tudo que você faz para ampliar seus horizontes, tanto em relação às pessoas quanto ao conhecimento, são questões indicadas na casa 9.

CASA 10

A casa 10 tem uma analogia com o signo de Capricórnio, que busca galgar novos horizontes, e se relaciona com a sua profissão.  É uma casa muito ligada ao topo, a hierarquia e busca pelo reconhecimento, além do relacionamento com o seu chefe.

CASA 11

É uma casa social e expressa os interesses coletivos de um grupo. Por isso, a casa 11 é casa ligada a sindicatos, aos condomínios e às agremiações. Além disso, é uma casa muito ligada ao planejamento coletivo.

CASA 12

A casa 12 está ligada àquilo que é extraordinário, ou seja, a tudo aquilo que não costuma acontecer. Além disso, existe um inconsciente da casa 12 que é ligada aos inimigos ocultos, ou seja,  pessoas que falam de você pelas costas.

Como essa casa é orientada pela aceitação, é importante que você não lute contra as situações que surgirem e simplesmente aceite-as.

Quem tem planetas na casa 12 tende a ser muito empático e, por isso, pode escolher o sacrifício em prol de um grupo. Assim, é comum que o trabalho desempenhado seja em hospitais ou prisões, por exemplo.

Como a casa 12 também é uma casa de isolamento, é natural que pessoas com muitos planetas nessa casa precisem ficar sozinhos para voltar ao mundo ordinário com mais energia e disposição. 
Esse é apenas um breve resumo das casas astrológicas. Ficou curioso(a) para saber mais a fundo sobre o tema? Inscreva-se na lista de espera no Novo Curso da Cia dos Astros: https://www.ciadosastros.com.br/

Casas astrológicas: 10 a 12

Quem acompanhou a sequência de posts aqui no blog, viu que da casa 1 até a casa 9 passamos por diversas áreas da vida. Enquanto a casa 9 é uma casa de elevação ao ponto máximo do mapa, a casa 10 é o ponto máximo.

A CASA 10

A casa 4 é o nível mais inferior e íntimo do mapa natal, enquanto a casa 10 é uma casa do topo, ou seja, é uma casa absolutamente pública. Mais do que o ascendente, que é o modo como você se mostra individualmente, a casa 10 mostra a forma como você é visto coletivamente.

Por que a casa 10 tem a ver com profissão?

A profissão é a forma como normalmente você é visto publicamente. Entretanto, antes de tratar do aspecto profissional, a casa 10 é uma casa de reputação. Ela trata da forma como cada um de nós é visto pelo grande público. Alguns significados podem ser acrescentados por analogia.

A casa 10 tem uma analogia ao signo de Capricórnio, representada por uma cabra que escala, pula e mede com rigor qual é o próximo salto a ser feito. Dessa forma, existe o lado estratégico do signo para escalar até chegar ao topo. Do ponto de vista astrológico, isso significa galgar patamares cada vez mais superiores e ser bem visto pela coletividade, ou seja, casa 10. Entende como essa analogia se relaciona com a profissão que você tem?

Essa casa trata portanto de hierarquia, do topo e se relaciona com a necessidade de ser visto, lembrado e reconhecido. Por isso mesmo, tem a ver com reputação. Se pensarmos na casa 9, que tem relação com os estudos mais amplos, a casa 10 é uma casa de excelência. Ao passar da casa 9 e atingir a casa 10, você começa mostrar e mostrar publicamente todo o conhecimento ao qual teve acesso. Assim, você mostra o seu melhor publicamente!

Quem tem Sol ou planetas na casa 10 tende a ser ambicioso e busca, não necessariamente em termos financeiros, mas de status e prestígio, ser reconhecido. São pessoas que buscam reconhecimento pelo aperfeiçoamento e, desejam estar sempre entre os melhores profissionais. Têm um ideal de excelência.

A casa 10 também tem a ver com a escalada de Capricórnio e, por isso, com a hierarquia e com o chefe. Se você tem Marte na casa 10, por exemplo, é provável que você bata de frente com seu chefe e se empenhe para crescer tomando iniciativas, eventualmente, criando choque com quem está acima de você nessa escalada. Já se você tem Urano na casa 10, é provável que você não goste de ter chefe porque isso tira sua autonomia.

Todas essas questões de casa 10: hierarquia, profissão, status, imagem pública, excelência e carreira têm a ver com o pai ou uma figura paterna ou materna.

A CASA 11

A casa 11 tem uma analogia com o signo de Aquário. Além disso, é bem comum ser vista como uma casa de amigos. Por outro lado, gosto de ampliar esse significado para todos os grupos sociais.

Vale lembrar que Aquário é o oposto de Leão (regido pelo Sol com um ponto no meio). A casa 11 revela a descentralização do centro, ou seja, que todas as pessoas deveriam ser iguais. Quem tem planetas na casa 11 procura se socializar de um jeito em que todos trabalham por um objetivo em comum. Essa casa social, portanto, trabalha com grupos sociais que se reúnem para atingir esse objetivo comum: a turma do chopp, a turma da academia e assim por diante. É a casa ligada a sindicatos, aos condomínios e às agremiações que têm objetivos comuns. Logicamente, ela tem a ver com amizades, mas não como na casa 7 – eu e o outro. Ela tem a ver com várias pessoas juntas, a galera, os grupos sociais.

Outro significado importantíssimo da casa 11 é o lado disruptivo de Aquário, muito ligado ao futuro. Ela é uma casa de planejamento. Quem tem planetas na casa 11 – principalmente Sol ou Saturno – se preocupa com o futuro e procura ver sua própria vida a partir de uma perspectiva do tempo, ou seja, o que vai acontecer daqui a 3 meses, 6 meses, 1 ano, 3 anos, 5 anos, 10 anos, 20 anos, 50 anos e assim por diante. Essa perspectiva de tempo é importante para quem tem planetas na casa 11. Propor algo novo no futuro também tem a ver com essa casa. Perguntas como ‘pra onde eu vou?’ e ‘pra onde nós vamos como sociedade?’ A casa 11 é a casa da sociedade, das relações sociais e do coletivo.

CASA 12

A casa 12 tem uma analogia com Peixes. Enquanto este signo enxerga o todo, o oposto dele –  o signo de Virgem – enxerga o micro, o sistemático, o ordinário (casa 6). A casa 12, por sua vez, enxerga o extraordinário, ou seja, tudo aquilo que não acontece cotidianamente.

O inconsciente da casa 12

A casa 12 está relacionada ao inconsciente, ou seja, todas aquelas coisas que as pessoas enxergam a seu respeito, mas você não tem consciência. Uma analogia é pensar a casa 12 como se fosse as suas costas, ou a sua nuca: todos as vêem, mas não você. Além disso, essa casa se relaciona com a questão da entrega. Na casa 12 você não tem que fazer, tem que aceitar.

Pegando o gancho da aceitação, todo mundo tem uma casa 12 e uma parte de si não percebida. Aí moram os inimigos ocultos. São pessoas que falam de você pelas costas, sem a sua consciência. O que resta é simplesmente aceitar essa situação.

Existem alguns planetas difíceis na casa 12, com exceção de Netuno e Júpiter. Marte, por exemplo, que é iniciativa, num campo que você não domina ou tem clareza, justamente porque tem a ver com o inconsciente, pode ser mais complicado. Quem tem planetas nessa casa intui mais do que os outros, se relaciona mais com o extraordinário e o mundo metafísico, com o trabalho sacrificial (voluntário) e a entrega.

Quando você se vê diante da necessidade de aceitar algo, que remete muito ao signo de Peixes, você não atua, simplesmente aceita. A casa 12 tem a ver com esse auto sacrifício, portanto. Quem tem planetas casa 12 costuma se sacrificar em prol da humanidade, trabalhando em hospitais, prisões, ou se doando através de trabalho voluntário e assistência a outras pessoas mais necessitadas. A doação sem esperar nada em troca, também tem a ver com a casa 12. 

Além de doação e entrega, essa casa tem um significado essencial: isolamento. Quem tem planetas na casa 12 –  Sol e Lua, por exemplo – precisa se retirar do mundo ordinário e corriqueiro para ficar sozinho em alguns momentos. Essa ação é necessária para recarregar suas energias.

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O significado das casas astrológicas: 7 a 9

Da casa 7 em diante, até a 12 (acima do horizonte), estamos falando de coisas mais públicas, enquanto nas anteriores são abordados assuntos mais íntimos. – Leia também o significado das casas astrológicas: 1 a 3 e o significado das casas astrológicas 4 a 6.

A casa 7 é oposta a casa 1, que fala do ‘eu’, o que eu decido, a minha vontade, como eu me coloco. Por isso, a casa 7 fala do outro. Numa outra perspectiva, esse outro não diz respeito aos amigos em geral, mas a uma relação mais específica. Essa relação de um para um, que estabelece um pacto ou um acordo entre duas pessoas, é a casa 7. Que tipos de pactos são esses? O namoro, o casamento, o morar juntos, a sociedade de negócios e por aí vai. Uma curiosidade estranha é que a casa 7 é tanto a casa do casamento como é a casa do inimigo declarado, porque um pacto tanto de cooperação como de agressão é um pacto, e pactos são relativos à casa 7. 

Um processo judicial, que é um litígio (a disputa entre duas pessoas) também diz respeito a casa 7. Ou seja, é o enfrentamento de dois pontos de vista diferentes. Isso, por acaso, lembrou a casa 9? Ela é, de fato, a casa da justiça, e tem a ver com as crenças e com o que é justo, mas a parte conflitual, a disputa é analisada na casa 7. 

A casa 8 é o recurso da pessoa com a qual se tem um pacto, ou em outros termos o dinheiro do companheiro. No casamento, esse recurso é a renda do marido ou esposa; na sociedade de negócios é o dinheiro do sócio e assim por diante. Para tornar mais clara a relação da casa 8 com  dinheiro, vamos chamá-la de responsável pela renda passiva. Renda passiva é todo o dinheiro ou recurso que você usa mas não te pertence de fato, ou que você usa mas não trabalhou por ele (por exemplo, empréstimos, financiamentos, dívidas, heranças, impostos a pagar e até o dinheiro do cônjuge ou do sócio). E a casa 2, sua oposta, diz respeito ao dinheiro que você trabalhou para conquistar ou pelos seus recursos pessoais. 

Pensão e aposentadoria também são casa 8; o trabalho foi feito no passado, mas não é feito mais no presente. É o dinheiro que veio por uma condição ligada a terceiros, ao outro. A casa 8 tem a ver também com informações ocultas, aquilo que está escondido, e também com recursos intangíveis, como segredos. Pessoas que têm a casa 8 muito predominante geralmente possuem interesse por mistérios ou conseguem descobrir determinadas coisas que ficaram ocultas dos outros. Mexer com ocultismo e poderes ocultos também diz respeito a casa 8.  

Você também deve lembrar que a casa 8 tem a ver com situações extremas, ou seja, uma quase morte. Situações limite ou crises, pela analogia com Escorpião – signo de extremos – são também casa 8. Enquanto a casa 6 é uma doença crônica, a casa 8 é uma doença aguda, é aquela que exige uma resolução imediata. Tudo ou nada!

Para finalizar, a casa 9 é uma casa de elevação ao ponto máximo (rumo ao meio do céu). Portanto você está em processo de elevação e aprimoramento para chegar ao ápice, que é a casa 10. Tudo que amplia os horizontes e a visão de mundo é relacionado à casa 9. O processo de ampliação envolve diversas questões, como crenças, religião, filosofia, ética, justiça, que são pontos cruciais de direcionamento até o ponto mais alto do mapa. Ela também é ligada ao que é distante da sua origem, já que o contato com culturas diferentes da sua, amplia sua visão de mundo em relação às pessoas e a humanidade. E pelo lado da justiça, da ética e da filosofia, é a casa das grandes verdades universais. 


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O significado das casas astrológicas: 4 a 6

A casa 4 está na parte mais inferior do mapa, ou seja, é o fundo do céu. O Sol nasce no Ascendente, sobe até chegar no meio do céu, e depois se põe no Descendente. Portanto, tudo que está acima da linha do horizonte diz respeito ao que é externo ou público (iluminado pelo Sol), enquanto tudo que está abaixo (casas 1 a 6) refere-se a questões não públicas ou íntimas. Essas informações são levadas em consideração ao estudarmos os significados das casas astrológicas.

Quanto mais embaixo a casa no mapa, mais ligada à nossa intimidade ela será. Como a casa 4 é a mais baixa, ela é com certeza a mais íntima também. Como numa árvore, essa casa tem a ver, em primeiro lugar, com as nossas raízes, de onde viemos e para onde vamos – nossos antepassados, família, início e final da vida. Ela se relaciona às questões familiares, origens e tudo que antecedeu a existência de cada um de nós. A família oferece o sentimento de pertencimento e proteção diante da fragilidade humana. Esse senso de proteção é o nosso clã, nossa origem. Analogamente, a casa 4 também significa família no sentido de útero – de onde vim e como me sinto abrigado, protegido do ambiente externo. Além disso, essa casa está ligada à nossa intimidade. Todo mundo tem coisas que só compartilha com familiares ou amigos muito íntimo, ou nem compartilha porque é íntimo demais. Essa intimidade, esse momento de ‘estar com os botões’, lá no fundinho, também é a casa 4.

Você já deve ter ouvido falar que a casa 5 tem a ver com os filhos, mas por que será? Basta pensarmos no DNA que pais e filhos carregam. É muito comum que pais se vejam nos seus filhos e vice-versa, tanto nas características físicas quanto comportamentais, como o jeito de falar. Essa casa astrológica também está ligada à criatividade e, portanto, aos filhos e qualquer coisa autoral. Aquilo que você cria e ninguém consegue fazer diferente, como um filho, um livro, uma pintura, uma característica só sua. Por isso, a Casa 5 é uma forma de autoexpressão, algo extremamente individual. Tudo que você cria do jeito que só você sabe fazer diz respeito a ela. O seu filho tem o seu jeito, assim como o livro que você assina e qualquer coisa que você faça. Dessa forma, a casa 5 é também uma casa de poder pessoal e autoafirmação, já que suas características o diferenciam dos demais e são únicas. Além disso, essa casa tem a ver com prazer, diversão, jogo e riscos. Correr o risco, e se dar bem ou mal na paquera, por exemplo, faz parte dessa casa astrológica.

A casa 6, por sua vez, diz respeito à vida ordinária, enquanto a 12 se refere à vida extraordinária ou que está fora de ritmo ou de funcionamento. Falaremos mais sobre ela em breve! Essa casa, então, diz respeito a tudo aquilo que está dentro do eixo da vida e tem uma analogia com o signo de virgem, que é a funcionalidade. A vida ordinária, dessa forma, funciona com rotina e ritmo, DI-A-RIA-MEN-TE. Uma casa 6 bem resolvida proporciona uma vida cotidiana organizada, com ritmo, horários, cadência, fazendo com que as coisas funcionem e a vida seja produtiva. Além disso, essa casa astrológica tem a ver com a saúde e com os hábitos. O que faz todo sentido, já que nossos hábitos são diretamente responsáveis pelo nosso estado de saúde (tanto para o bem como para o mal). Maus hábitos, então, geram doenças crônicas, enquanto bons hábitos geram boa saúde na casa 6.

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O significado das casas astrológicas: 1 a 3

As casas astrológicas fazem parte de um tema muito corriqueiro, mas neste post você descobrirá significados a partir de preceitos inerentes das casas 1, 2 e 3, ampliando a visão que você tem de cada uma delas.

Vamos começar lembrando um aspecto importante, que é a divisão das casas astrológicas. A linha do horizonte corresponde a casa 1 até a casa 7. Depois nós temos o eixo: meio do céu e fundo do céu. O meio do céu é o ponto onde o Sol está a pino, o ponto mais alto. O Sol nasce no Ascendente, sobe até chegar no meio do céu, e depois se põe no Descendente. Tudo que está acima da linha do horizonte, portanto, está externo e tudo abaixo dela está interno. Essas informações são levadas em consideração ao estudarmos os significados das casas astrológicas.

A nossa essência é marcada pelo Sol, pela Lua e pelo Ascendente. Isso quer dizer que a maior parte da nossa personalidade tem a ver com esses três fatores no mapa. A casa 1 é a casa do Ascendente. Este, por sua vez, não é a nossa essência, mas um comportamento que escolhemos ter inconscientemente. É o jeito com que cada um de nós aparece para os demais. Podemos dizer, então, que o Ascendente é um tipo de persona, uma máscara social, usada como proteção em relação às pessoas que nós não conhecemos. Além disso, ele tem a ver com a forma física. Alguns astrólogos dizem, inclusive, que é a parte da frente do corpo. Depois, quando formos finalizar o significado das casas astrológicas, você verá que a casa 12 tem a ver com a parte de trás do corpo (com a nuca ou as costas), porque diz respeito àquilo que não é perceptível sobre nós mesmos.

Tudo que significa ‘as minhas atitudes’, ‘as minhas escolhas’, o jeito como ‘eu escolho me comportar’, isso é o Ascendente. Tudo isso tem a ver com a aparência! Através da análise do Ascendente e do regente é possível acessar traços da forma física.

A casa 2 tem uma analogia com o signo de Touro e representa a segurança, principalmente do ponto de vista material. Esse sentimento é gerado por aquilo que você pode contar: seus recursos, celular, carro, dinheiro, entre outras coisas, para poder sobreviver. Por isso, ela é uma casa muito ligada a questões de sobrevivência. Primeiro sobrevivência, depois conforto. Ela também está ligada a determinados valores que só existem, inclusive, porque oferecem segurança. Além disso, a casa 2 aponta para o modo de aquisição e aplicação de recursos, a forma como você aplica seu dinheiro para obter segurança.

Outro significado muito forte da casa 2, nem sempre lembrado, é a questão da concretização. Quem tem uma casa 2 boa tem uma facilidade de concretizar coisas e projetos. Se na casa dois algo é decidido, na casa 2 isso é concretizado. 

Uma pessoa com uma boa casa 2 consegue não só concretizar uma ideia, mas também identificar a melhor maneira de aplicar seus recursos. Se for a criação de um produto, um pastel, por exemplo, ela consegue pensar nos melhores ingredientes, o local para comprá-lo, além de ter a capacidade de reunir os seus recursos, manipulando todas as questões necessárias para o lançamento desse produto.

A casa 3 tem uma analogia com o signo de Gêmeos. Para começar, podemos mencionar a curiosidade geminiana. Portanto, essa casa está ligada à área da vida que busca informações e se preocupa com o que está acontecendo ao redor. No entanto, essa busca é ligada a conexões e comunicações. Uma coisa muito ligada ao regente de Gêmeos, Mercúrio, é o intelecto, a informação, o raciocínio e o deslocamento.

A casa 3 tem a ver também com papéis, documentos, recibos, contas, estudos e ensino. A troca de informações presente na relação de ensino-aprendizagem, as primeiras letras, a primeira escola, tudo isso diz respeito a essa casa astrológica. Outro aspecto que resume muito bem a casa 3 é o comércio e a negociação, já que para vender bem um produto é necessário conhecê-lo e divulgá-lo: olha aí novamente a questão da troca!

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Casas angulares: o que são e como funcionam?

As casas angulares são de extrema importância na leitura do mapa astrológico. A grosso modo, são as casas 1, 4, 7 e 10. Sendo a primeira delas relacionada ao ascendente, a 10ª com o meio do céu, a 7ª iniciada pelo signo descendente, oposto ao ascendente, e a casa 4 que é o Nadir, o chamado fundo do céu, relacionado à meia-noite.

As casas astrológicas são divididas em angulares, sucedentes e cadentes. As angulares são associáveis aos signos cardinais: Áries, Câncer, Libra e Capricórnio. Já as sucedentes são associáveis aos signos fixos: Touro, Leão, Escorpião e Aquário. As cadentes, por sua vez, são associáveis aos signos mutáveis, ou seja, Gêmeos, Virgem, Sagitário e Peixes. Isso significa que elas têm naturezas semelhantes, porém não idênticas aos signos. Além disso, também não se pode afirmar que, por conta dessas naturezas semelhantes, você necessariamente terá esses signos nessas casas. As casas variam, portanto, de acordo com o horário de nascimento e localidade do indivíduo. Essas informações juntas é que determinam as coordenadas geográficas para o cálculo da análise astrológica.

As casas angulares são as mais enfáticas, porque estão muito próximas dos ângulos: o ascendente, o meio do céu, o fundo do céu e a casa 7 (descendente). Por isso, tudo que tiver muito próximo ou diretamente “colado” nos ângulos ganha uma lente de aumento. Aliás, quando o assunto é ascendente e casa 7, podemos dizer que as coisas ganham um telescópio Hubble de tanta importância. Aparentemente, as situações incham. Tanto do ponto de vista físico, quando é possível ver o Sol despontando no horizonte, quanto no sentido de dilatação psicológica, comportamental ou da importância circunstancial daquela coisa. Por isso mesmo que, como já mencionado, tudo que estiver próximo dos ângulos ganha ênfase.

O planeta pode não estar com tanta força, como no seu signo domiciliado ou de exaltação. A Lua pode estar em Escorpião, que não é seu signo de maior potência. Seu signo de maior potência é Câncer e, logo em seguida, Touro. Por outro lado, se ela estiver em cima do ascendente, do meio do céu ou da entrada da casa 4 e 7, haverá uma ênfase no seu comportamento, nas circunstâncias que você vive com as pessoas ao seu redor ou aquelas com quem dialoga com mais frequência.

Ao analisar um mapa astrológico, se encontrarmos fatores como Saturno, nodo Sul e Plutão próximos do grau do ascendente, ou seja, angular, eles acabam ganhando uma importância cabal. É o caso de Saturno, mesmo que o ascendente não esteja em Capricórnio e pode estar em qualquer outro signo como Sagitário, Libra, Virgem, entre outros, estando na situação angular, acaba ganhando um preponderância enorme. Dessa forma, a pessoa em análise no mapa natal tende a demonstrar traços controladores, uma necessidade de colocar as coisas em ordem, reclamar alegando que as coisas nunca estão boas o suficiente, há também uma necessidade de fazer com que as coisas durem e de assumir compromissos e  responsabilidades, por exemplo. Tudo isso faz parte da índole de Saturno, sem importar o signo que está no ascendente do mapa analisado. Isso não faz tanta diferença por causa da posição angular de Saturno – as condições analisadas são referentes ao mapa disponível neste vídeo.

Supondo que Mercúrio fosse angular no mapa astrológico de um indivíduo, por exemplo, mesmo na casa 4 ou não tendo tamanha ênfase por dignidade planetária, revelaria pessoas que se expressam muito bem.

Na angularidade, o simples fato de um planeta estar situado numa casa angular, já confere a esse planeta uma importância muito grande. Isso, por si só, aumenta o volume da interpretação do mapa astrológico!

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Casa 12 e a atuação de forças ocultas

A Casa 12 é uma das áreas mais complexas do mapa natal, porque é um desafio entender e explicar a atuação dos planetas e dos signos posicionados nesta casa. No entanto, o maior desafio é vivenciar as diversas situações que surgem diante dos nossos olhos perante a Casa 12.

Essa casa em questão está ligada a todas as experiências da vida que fogem ao nosso controle. Como todo mundo possui uma Casa 12 no mapa natal, inevitavelmente,  todos enfrentam as situações que surgem quando estão diante do desconhecido, imponderável ou de quando não há nada a fazer.

Essas situações vivenciadas no âmbito da Casa 12 ultrapassam nossos desejos, possibilidades e iniciativas. É por assim dizer que as situações surgirão, independente das interferências e atos que você possa produzir. É uma área de baixíssima atuação do EU. Essas situações tem a ver com as circunstâncias da vida, com as linhas do destino, com as conjunturas e, é claro, com o inevitável.

Um exemplo muito prático de situações vividas na Casa 12, por exemplo, seria estar em um engarrafamento e enxergar mais a frente quilômetros de carros num viaduto que você terá que atravessar. Não se pode fazer nada, a não ser seguir o fluxo. Outro exemplo: a pessoa está no aeroporto para embarcar e os vôos foram cancelados, porque está sem teto para decolagem, outra típica situação que não depende de você. O mesmo aconteceria durante uma intervenção cirúrgica na qual o paciente está anestesiado portanto, fora da cena e tudo que se pode fazer é confiar na perícia do cirurgião, assim como do piloto, e esperar que tudo ocorra da melhor maneira possível.

Dependendo do planeta e do signo que estiverem na Casa 12, ou até mesmo de quantos planetas estiverem posicionados nela, o mapa vai descrever como a pessoa vivencia esse tipos de situações, o nível de entrega, de aceitação ou não aceitação, de comunhão ou não com aquela tal circunstância do imponderável. Dependendo das condições da Casa 12 é possível saber, ainda, se a pessoa é do tipo que não faz as coisas quando estão ao seu alcance, por exemplo, mas que de repente resolve atuar justamente naquela situação que está além da sua capacidade de gerenciar.

Em resumo, a Casa 12 remete a tudo aquilo que é imponderável e desconhecido. As circunstâncias pioram ou suavizam, elas vem em auxílio ou são complicadoras da situação. Curtiu esse conteúdo?

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Como funciona a temível Casa 12?

Nesse post vamos falar sobre um tema que gera muitas dúvidas e controvérsias: a temível Casa 12. Alguns conceitos são importantes para facilitar o entendimento desta casa, o que veremos a seguir.

A Casa 12 é uma casa psíquica, assim como todas as casas de água – Casa 4 e Casa 8. Por este motivo, elas têm um caráter muito mais subjetivo, diferente por exemplo da questões tão objetivas das Casas de Terra (2,6 e 10), por exemplo. Por outro lado, não significa que não possamos compreender com facilidade o que a Casa 12 representa.

A analogia da Casa 12 com o signo de Peixes nos faz ver que essa casa trata de coisas são fluidas, ou seja, ao mesmo tempo em que pode ser uma coisa também pode ser outra. Se pensarmos no signo de Peixes, pensamos e enxergamos de forma panorâmica o universo. O sentimento de pertencer a uma coisa cósmica ou maior que nós, é justamente o conceito por trás da Casa 12. É diferente de pensarmos no signo de Virgem, por exemplo, que olha e se foca nos detalhes.

A Casa 12 é aquilo que está além de nós, o que não se pode comandar ou gerenciar. Isso é semelhante com a questão do signo de Peixes, porque envolve entrega. Tudo que foge ao nosso controle, precisa ser aceito e entregue. Essa casa também tem a ver com a ausência do ego, por isso ela é a última casa. A Casa 1, a primeira do mapa, fala do “eu”, do ego, enquanto a Casa 12 diz respeito a tudo que não está sob controle, que escapa à nossa vontade.

Um macete bastante prático para entender essa casa é compará-la a casa oposta. Isso serve para todas as casas, mas ainda mais para a Casa 12. O que é a Casa 6 e o que é a
Casa 12? Uma é o avesso da outra. Quando falamos da Casa 6 falamos da vida ordinária,
daquilo que organizamos para viver nossa rotina de forma funcional. Segue um ritmo, uma cadência, sempre igual. A organização necessária à Casa 6 existe para que o dia e a nossa vida funcionem. Já quando falamos da Casa 12, sua oposta, vemos que é ela trata
exatamente daquilo que está fora do ordinário, do que é certo, organizado, da cadência. Ou seja, a Casa 12 trata do extraordinário, do que não se controla, do que não depende da nossa vontade e simplesmente acontece, queiramos ou não. Tem que ser aceito.

Isso não significa que o que acontece nessa casa não depende de você. A Casa 12 também fala de todas as forças invisíveis ao nosso redor, que são influenciadas de alguma forma pelas nossas ações. Por isso, essa casa é um reflexo das atitudes que tomamos na Casa 1 e da organização ou da ausência dela na Casa 6. Isso desemboca num questionamento de “Como isso aconteceu?” No fundo, lá atrás fomos responsáveis por isso.

Alguns almanaques falam que a Casa 12 diz respeito a inimigos ocultos. Em primeiro lugar é necessário compreender que essa casa diz respeito àquilo que não temos consciência. A Casa 1 é o consciente, o que você escolhe fazer, as suas próprias vontades. A Casa 12 está na parte de cima do mapa, acima do horizonte. É uma casa pública, mas sem nenhuma consciência. Ora, o que se assemelha a alguma coisa que é ao mesmo tempo pública e inconsciente? Trata-se da nossa nuca ou das nossas costas, que todo mundo vê com exceção de nós mesmos! Ou seja, a nuca e as costas são pedaços de nós que são públicos, mas não os percebemos. Fazendo uma analogia a uma brincadeira de criança; a Casa 12 é aquele papel que você cola nas costas de alguém para que todos leiam, mas quem tem o papel colado em si não sabe o que está escrito. Pode ser um elogio ou um xingamento… Daí vem o fato da Casa 12 ser chamada de casa dos inimigos ocultos. No entanto, isso não quer dizer que só aconteçam coisas ruins.

A Casa 12 também tem a ver com o imponderável. São como os fios invisíveis que ligam e conectam pessoas e acontecimentos, podendo ser positivos ou negativos. No fundo, no fundo, são as nossas própria atitudes de Casa 1 que podem causar benefícios, malefícios ou atrair inimigos sem que percebamos. E tudo isso é Casa 12. Por falar a respeito do que é inconsciente, pode ser difícil lidar com alguns planetas nessa casa, quando temos eles no nosso mapa natal. Por exemplo, Mercúrio fica muito bem na Casa 6, porque é o nosso lado racional e lógico, mas ele na Casa 12 vai procurar entender, explicar e racionalizar o que não se explica, o imponderável. Por isso, Mercúrio de 12 está em exílio terrestre.

Outro planeta que não fica muito adequado na Casa 12 é Marte, que representa a nossa iniciativa, agressividade e a forma como nos defendemos quando somos atacados. Marte na Casa 12 é a luta de tomar iniciativa em questões que estão fora da nossa consciência e controle. Em compensação, alguns planetas funcionam muito bem na Casa 12, como por exemplo, Netuno e Júpiter. Netuno fala das conexões invisíveis que ligam pessoas, acontecimentos, causas e sincronicidades e, por isso, está em domicílio terrestre quando na Casa 12.

Júpiter, regente clássico de Peixes, também está em domicílio terrestre e pode atrair sorte e benefícios numa área em que você não controla. Assim como Vênus, também benéfico e interessante de se ter na Casa 12.

Além de tudo, é muito comum ver em almanaques a Casa 12 ligada a prisões e hospitais. Na verdade ninguém é preso à toa nem internado sem necessidade. Pessoas nessas condições estão fora do ordinário (Casa 6), ou seja, estão numa situação extraordinária, e portanto precisam de ajuda, atenção e cuidados. E é por isso que quem tem muitos planetas na Casa 12, entre outras coisas, podem ser profissionais que mexem com esse lado extraordinário, onde assistência, cuidado e até caridade são necessários: médicos, enfermeiros, pessoas que fazem trabalho voluntário, entre outras.

Do ponto de vista de saúde há também um aspecto bastante interessante. Dentro do mapa, olhamos principalmente a Casa 1, Casa 6, Casa 8 e a Casa 12 quando queremos detalhes da saúde de uma pessoa. A Casa 12 fala sobre as doenças assintomáticas (sem sintomas), que vão deteriorando nosso corpo e não nos apercebemos disso. Lógico, porque não temos consciência. Como é uma casa psíquica, essas doenças têm muito a ver com o nosso estado psíquico. Interessante, não é?

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Nodos lunares e seus significados

Os nodos lunares nem sempre são utilizados na interpretação astrológica, mas eles trazem informações bastante pertinentes em relação ao mapa natal. Podem indicar momentos importantes em trânsitos e em progressões, entre outras análises.

Também conhecidos como Cabeça do Dragão (Nodo Norte) e Cauda do Dragão (Nodo Sul), os nodos são o encontro da órbita lunar com a trajetória do Sol. Existem duas trajetórias, um pouquinho inclinadas uma em relação a outra, e entre os pontos formados por essa inclinação há o encontro entre ambos.

Ambos os nodos representam a ligação entre masculino (órbita do Sol) e feminino (órbita da Lua). Um dos muitos significados dos nodos é o encontro de pessoas significativas em nossas vidas. Nodos ativados por trânsitos e transgressões podem representar a chegada de determinadas pessoas que fazem com que você mude a sua visão de mundo. Por exemplo, um professor que será importante, o amor da sua vida, alguém que o puxou pela mão e mostrou um caminho novo, abrindo um leque de possibilidades muito interessantes.

Há algumas diferenças entre os nodos. O Nodo Norte indica um caminho e uma direção de vida. É muito comum que quando você consegue ir rumo a Casa e Signo indicados por ele, as coisas na sua vida começam a se encaixar. O nodo oposto, o Nodo Sul, indica uma série de comportamentos que fazemos automaticamente, sem pensar. Por exemplo, se você tem o Nodo Sul na Casa 6, automaticamente, você assume comportamentos de organização do seu dia a dia. Você não precisa pensar “tenho que organizar o meu dia”, você simplesmente o organiza. Já se você tem o Nodo Sul na Casa 3, por exemplo, você faz contatos automaticamente. Mesmo que tenha um Mercúrio que não é comunicativo, há uma busca por informação e conexão com as outras pessoas.

O Nodo Sul, além de tratar de comportamentos automáticos e inconscientes, também tem uma relação com a hereditariedade. Aquilo que nós trazemos na nossa carga genética quando nascemos ou, caso você acredite em reencarnação, aquilo que você trouxe de vidas passadas. Os antepassados têm profunda relação com o Nodo Sul. Por isso, ao nascermos, exercemos esses comportamentos automáticos indicados pelo Nodo Sul. Desde que nascemos, este nodo indica a rota que preferimos seguir para abrir caminhos e nos desenvolver. No entanto, a uma certa altura da vida, essas atitudes começam a se desgastar e a vida começa a estagnar e a se repetir.

No Nodo Norte há um certo receio de tomar atitudes indicadas por ele no mapa natal, até que a vida dá um empurrão e somos obrigados a tomar aquela direção. A impressão é a de que o universo se abre quando ganhamos coragem para ter determinados comportamentos indicados pelo Nodo Norte (Signo e Casa). A vida fica mais brilhante! Não é a toa que quando tomamos esse caminho, as coisas começam a dar certo. Entretanto, devemos lembrar que ambos os nodos formam na verdade um eixo. Dessa forma, ambos trabalham em conjunto e interdependem um do outro. Na verdade, não existe um Nodo bom e outro ruim. O segredo é usar a potência gerada automaticamente pelo Nodo Sul, para conseguir alcançar uma direção de vida nova e frutífera, que sempre será indicada pelas características do seu Nodo Norte natal. Quando isso acontece, há o sentimento de satisfação pessoal e uma agradável sensação de missão cumprida.

Ao analisar os nodos é preciso levar em conta, além do eixo de signos e casas em que se encontram, os aspectos que fazem com o Sol, a Lua e os planetas, pois tudo isso é importante na leitura do mapa.

 

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O Lazer e a Casa 5 do Mapa Natal

O que você faz com o seu tempo livre? Do que você gosta de fazer quando tem uma folga na agenda e que é considerado gratificante? Sempre que queremos saber o que torna uma pessoa realizada quando o assunto é prazer, diversão ou lazer é preciso analisar a Casa 5 do seu mapa natal, responsável pelo recreio, entretenimento e pelas atividades lúdicas.

Dependendo do signo ou planeta que se tem na Casa 5 é possível descobrir o que a deixa feliz, sem que essa atividade esteja atrelada a algum tipo de compromisso ou remuneração.

Quando uma pessoa tem Gêmeos na Casa 5, por exemplo, todas as atividades prazerosas são de natureza intelectual, de certa forma é o que a alimenta. Ir ao cinema, visitar uma exposição cultural ou uma palestra, entrar numa livraria e folhear diversos livros, assistir a uma série, aprender algo diferente, participar de um workshop, ou seja, estar em lugares cercados de pessoas e de conhecimento, de conversas inteligentes. Para essas pessoas até assistir a um documentário ou noticiário é prazeroso, porque estão recebendo informações que consideram relevantes e sentem prazer em se sentir informadas.

Já se a pessoa tem Virgem na Casa 5, parte do prazer dela é colocar em ordem as coisas, organizar um roteiro, definir locais para visitar durante uma viagem, listar quais são os filmes que estão passando no cinema e qual o melhor horário pra ir, entre outras coisas. Roteirizar é o prazer delas, cuidar dos preparativos de uma festa ou evento. Além disso, fazer as mesmas coisas também é um prazer pra quem tem Virgem na Casa 5. Ir aos mesmos restaurantes, pedir sempre as mesmas opções do cardápio, ou seja, ter uma rotina nesta área.

Já se a pessoa tem Libra na Casa 5, o prazer está muito ligado à companhia. Pra ela estar ao lado de uma boa companhia em casa, no cinema ou numa festa é mais prazeroso do que o programa em si. É bem aquela ideia de “esse lugar não está legal, mas valeu a companhia.”

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