Categoria: Casas astrológicas (Página 1 de 2)

O significado das casas astrológicas: 1 a 3

As casas astrológicas fazem parte de um tema muito corriqueiro, mas neste post você descobrirá significados a partir de preceitos inerentes das casas 1, 2 e 3, ampliando a visão que você tem de cada uma delas.

Vamos começar lembrando um aspecto importante, que é a divisão das casas astrológicas. A linha do horizonte corresponde a casa 1 até a casa 7. Depois nós temos o eixo: meio do céu e fundo do céu. O meio do céu é o ponto onde o Sol está a pino, o ponto mais alto. O Sol nasce no Ascendente, sobe até chegar no meio do céu, e depois se põe no Descendente. Tudo que está acima da linha do horizonte, portanto, está externo e tudo abaixo dela está interno. Essas informações são levadas em consideração ao estudarmos os significados das casas astrológicas.

A nossa essência é marcada pelo Sol, pela Lua e pelo Ascendente. Isso quer dizer que a maior parte da nossa personalidade tem a ver com esses três fatores no mapa. A casa 1 é a casa do Ascendente. Este, por sua vez, não é a nossa essência, mas um comportamento que escolhemos ter inconscientemente. É o jeito com que cada um de nós aparece para os demais. Podemos dizer, então, que o Ascendente é um tipo de persona, uma máscara social, usada como proteção em relação às pessoas que nós não conhecemos. Além disso, ele tem a ver com a forma física. Alguns astrólogos dizem, inclusive, que é a parte da frente do corpo. Depois, quando formos finalizar o significado das casas astrológicas, você verá que a casa 12 tem a ver com a parte de trás do corpo (com a nuca ou as costas), porque diz respeito àquilo que não é perceptível sobre nós mesmos.

Tudo que significa ‘as minhas atitudes’, ‘as minhas escolhas’, o jeito como ‘eu escolho me comportar’, isso é o Ascendente. Tudo isso tem a ver com a aparência! Através da análise do Ascendente e do regente é possível acessar traços da forma física.

A casa 2 tem uma analogia com o signo de Touro e representa a segurança, principalmente do ponto de vista material. Esse sentimento é gerado por aquilo que você pode contar: seus recursos, celular, carro, dinheiro, entre outras coisas, para poder sobreviver. Por isso, ela é uma casa muito ligada a questões de sobrevivência. Primeiro sobrevivência, depois conforto. Ela também está ligada a determinados valores que só existem, inclusive, porque oferecem segurança. Além disso, a casa 2 aponta para o modo de aquisição e aplicação de recursos, a forma como você aplica seu dinheiro para obter segurança.

Outro significado muito forte da casa 2, nem sempre lembrado, é a questão da concretização. Quem tem uma casa 2 boa tem uma facilidade de concretizar coisas e projetos. Se na casa dois algo é decidido, na casa 2 isso é concretizado. 

Uma pessoa com uma boa casa 2 consegue não só concretizar uma ideia, mas também identificar a melhor maneira de aplicar seus recursos. Se for a criação de um produto, um pastel, por exemplo, ela consegue pensar nos melhores ingredientes, o local para comprá-lo, além de ter a capacidade de reunir os seus recursos, manipulando todas as questões necessárias para o lançamento desse produto.

A casa 3 tem uma analogia com o signo de Gêmeos. Para começar, podemos mencionar a curiosidade geminiana. Portanto, essa casa está ligada à área da vida que busca informações e se preocupa com o que está acontecendo ao redor. No entanto, essa busca é ligada a conexões e comunicações. Uma coisa muito ligada ao regente de Gêmeos, Mercúrio, é o intelecto, a informação, o raciocínio e o deslocamento.

A casa 3 tem a ver também com papéis, documentos, recibos, contas, estudos e ensino. A troca de informações presente na relação de ensino-aprendizagem, as primeiras letras, a primeira escola, tudo isso diz respeito a essa casa astrológica. Outro aspecto que resume muito bem a casa 3 é o comércio e a negociação, já que para vender bem um produto é necessário conhecê-lo e divulgá-lo: olha aí novamente a questão da troca!

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Casas angulares: o que são e como funcionam?

As casas angulares são de extrema importância na leitura do mapa astrológico. A grosso modo, são as casas 1, 4, 7 e 10. Sendo a primeira delas relacionada ao ascendente, a 10ª com o meio do céu, a 7ª iniciada pelo signo descendente, oposto ao ascendente, e a casa 4 que é o Nadir, o chamado fundo do céu, relacionado à meia-noite.

As casas astrológicas são divididas em angulares, sucedentes e cadentes. As angulares são associáveis aos signos cardinais: Áries, Câncer, Libra e Capricórnio. Já as sucedentes são associáveis aos signos fixos: Touro, Leão, Escorpião e Aquário. As cadentes, por sua vez, são associáveis aos signos mutáveis, ou seja, Gêmeos, Virgem, Sagitário e Peixes. Isso significa que elas têm naturezas semelhantes, porém não idênticas aos signos. Além disso, também não se pode afirmar que, por conta dessas naturezas semelhantes, você necessariamente terá esses signos nessas casas. As casas variam, portanto, de acordo com o horário de nascimento e localidade do indivíduo. Essas informações juntas é que determinam as coordenadas geográficas para o cálculo da análise astrológica.

As casas angulares são as mais enfáticas, porque estão muito próximas dos ângulos: o ascendente, o meio do céu, o fundo do céu e a casa 7 (descendente). Por isso, tudo que tiver muito próximo ou diretamente “colado” nos ângulos ganha uma lente de aumento. Aliás, quando o assunto é ascendente e casa 7, podemos dizer que as coisas ganham um telescópio Hubble de tanta importância. Aparentemente, as situações incham. Tanto do ponto de vista físico, quando é possível ver o Sol despontando no horizonte, quanto no sentido de dilatação psicológica, comportamental ou da importância circunstancial daquela coisa. Por isso mesmo que, como já mencionado, tudo que estiver próximo dos ângulos ganha ênfase.

O planeta pode não estar com tanta força, como no seu signo domiciliado ou de exaltação. A Lua pode estar em Escorpião, que não é seu signo de maior potência. Seu signo de maior potência é Câncer e, logo em seguida, Touro. Por outro lado, se ela estiver em cima do ascendente, do meio do céu ou da entrada da casa 4 e 7, haverá uma ênfase no seu comportamento, nas circunstâncias que você vive com as pessoas ao seu redor ou aquelas com quem dialoga com mais frequência.

Ao analisar um mapa astrológico, se encontrarmos fatores como Saturno, nodo Sul e Plutão próximos do grau do ascendente, ou seja, angular, eles acabam ganhando uma importância cabal. É o caso de Saturno, mesmo que o ascendente não esteja em Capricórnio e pode estar em qualquer outro signo como Sagitário, Libra, Virgem, entre outros, estando na situação angular, acaba ganhando um preponderância enorme. Dessa forma, a pessoa em análise no mapa natal tende a demonstrar traços controladores, uma necessidade de colocar as coisas em ordem, reclamar alegando que as coisas nunca estão boas o suficiente, há também uma necessidade de fazer com que as coisas durem e de assumir compromissos e  responsabilidades, por exemplo. Tudo isso faz parte da índole de Saturno, sem importar o signo que está no ascendente do mapa analisado. Isso não faz tanta diferença por causa da posição angular de Saturno – as condições analisadas são referentes ao mapa disponível neste vídeo.

Supondo que Mercúrio fosse angular no mapa astrológico de um indivíduo, por exemplo, mesmo na casa 4 ou não tendo tamanha ênfase por dignidade planetária, revelaria pessoas que se expressam muito bem.

Na angularidade, o simples fato de um planeta estar situado numa casa angular, já confere a esse planeta uma importância muito grande. Isso, por si só, aumenta o volume da interpretação do mapa astrológico!

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Casa 12 e a atuação de forças ocultas

A Casa 12 é uma das áreas mais complexas do mapa natal, porque é um desafio entender e explicar a atuação dos planetas e dos signos posicionados nesta casa. No entanto, o maior desafio é vivenciar as diversas situações que surgem diante dos nossos olhos perante a Casa 12.

Essa casa em questão está ligada a todas as experiências da vida que fogem ao nosso controle. Como todo mundo possui uma Casa 12 no mapa natal, inevitavelmente,  todos enfrentam as situações que surgem quando estão diante do desconhecido, imponderável ou de quando não há nada a fazer.

Essas situações vivenciadas no âmbito da Casa 12 ultrapassam nossos desejos, possibilidades e iniciativas. É por assim dizer que as situações surgirão, independente das interferências e atos que você possa produzir. É uma área de baixíssima atuação do EU. Essas situações tem a ver com as circunstâncias da vida, com as linhas do destino, com as conjunturas e, é claro, com o inevitável.

Um exemplo muito prático de situações vividas na Casa 12, por exemplo, seria estar em um engarrafamento e enxergar mais a frente quilômetros de carros num viaduto que você terá que atravessar. Não se pode fazer nada, a não ser seguir o fluxo. Outro exemplo: a pessoa está no aeroporto para embarcar e os vôos foram cancelados, porque está sem teto para decolagem, outra típica situação que não depende de você. O mesmo aconteceria durante uma intervenção cirúrgica na qual o paciente está anestesiado portanto, fora da cena e tudo que se pode fazer é confiar na perícia do cirurgião, assim como do piloto, e esperar que tudo ocorra da melhor maneira possível.

Dependendo do planeta e do signo que estiverem na Casa 12, ou até mesmo de quantos planetas estiverem posicionados nela, o mapa vai descrever como a pessoa vivencia esse tipos de situações, o nível de entrega, de aceitação ou não aceitação, de comunhão ou não com aquela tal circunstância do imponderável. Dependendo das condições da Casa 12 é possível saber, ainda, se a pessoa é do tipo que não faz as coisas quando estão ao seu alcance, por exemplo, mas que de repente resolve atuar justamente naquela situação que está além da sua capacidade de gerenciar.

Em resumo, a Casa 12 remete a tudo aquilo que é imponderável e desconhecido. As circunstâncias pioram ou suavizam, elas vem em auxílio ou são complicadoras da situação. Curtiu esse conteúdo?

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Como funciona a temível Casa 12?

Nesse post vamos falar sobre um tema que gera muitas dúvidas e controvérsias: a temível Casa 12. Alguns conceitos são importantes para facilitar o entendimento desta casa, o que veremos a seguir.

A Casa 12 é uma casa psíquica, assim como todas as casas de água – Casa 4 e Casa 8. Por este motivo, elas têm um caráter muito mais subjetivo, diferente por exemplo da questões tão objetivas das Casas de Terra (2,6 e 10), por exemplo. Por outro lado, não significa que não possamos compreender com facilidade o que a Casa 12 representa.

A analogia da Casa 12 com o signo de Peixes nos faz ver que essa casa trata de coisas são fluidas, ou seja, ao mesmo tempo em que pode ser uma coisa também pode ser outra. Se pensarmos no signo de Peixes, pensamos e enxergamos de forma panorâmica o universo. O sentimento de pertencer a uma coisa cósmica ou maior que nós, é justamente o conceito por trás da Casa 12. É diferente de pensarmos no signo de Virgem, por exemplo, que olha e se foca nos detalhes.

A Casa 12 é aquilo que está além de nós, o que não se pode comandar ou gerenciar. Isso é semelhante com a questão do signo de Peixes, porque envolve entrega. Tudo que foge ao nosso controle, precisa ser aceito e entregue. Essa casa também tem a ver com a ausência do ego, por isso ela é a última casa. A Casa 1, a primeira do mapa, fala do “eu”, do ego, enquanto a Casa 12 diz respeito a tudo que não está sob controle, que escapa à nossa vontade.

Um macete bastante prático para entender essa casa é compará-la a casa oposta. Isso serve para todas as casas, mas ainda mais para a Casa 12. O que é a Casa 6 e o que é a
Casa 12? Uma é o avesso da outra. Quando falamos da Casa 6 falamos da vida ordinária,
daquilo que organizamos para viver nossa rotina de forma funcional. Segue um ritmo, uma cadência, sempre igual. A organização necessária à Casa 6 existe para que o dia e a nossa vida funcionem. Já quando falamos da Casa 12, sua oposta, vemos que é ela trata
exatamente daquilo que está fora do ordinário, do que é certo, organizado, da cadência. Ou seja, a Casa 12 trata do extraordinário, do que não se controla, do que não depende da nossa vontade e simplesmente acontece, queiramos ou não. Tem que ser aceito.

Isso não significa que o que acontece nessa casa não depende de você. A Casa 12 também fala de todas as forças invisíveis ao nosso redor, que são influenciadas de alguma forma pelas nossas ações. Por isso, essa casa é um reflexo das atitudes que tomamos na Casa 1 e da organização ou da ausência dela na Casa 6. Isso desemboca num questionamento de “Como isso aconteceu?” No fundo, lá atrás fomos responsáveis por isso.

Alguns almanaques falam que a Casa 12 diz respeito a inimigos ocultos. Em primeiro lugar é necessário compreender que essa casa diz respeito àquilo que não temos consciência. A Casa 1 é o consciente, o que você escolhe fazer, as suas próprias vontades. A Casa 12 está na parte de cima do mapa, acima do horizonte. É uma casa pública, mas sem nenhuma consciência. Ora, o que se assemelha a alguma coisa que é ao mesmo tempo pública e inconsciente? Trata-se da nossa nuca ou das nossas costas, que todo mundo vê com exceção de nós mesmos! Ou seja, a nuca e as costas são pedaços de nós que são públicos, mas não os percebemos. Fazendo uma analogia a uma brincadeira de criança; a Casa 12 é aquele papel que você cola nas costas de alguém para que todos leiam, mas quem tem o papel colado em si não sabe o que está escrito. Pode ser um elogio ou um xingamento… Daí vem o fato da Casa 12 ser chamada de casa dos inimigos ocultos. No entanto, isso não quer dizer que só aconteçam coisas ruins.

A Casa 12 também tem a ver com o imponderável. São como os fios invisíveis que ligam e conectam pessoas e acontecimentos, podendo ser positivos ou negativos. No fundo, no fundo, são as nossas própria atitudes de Casa 1 que podem causar benefícios, malefícios ou atrair inimigos sem que percebamos. E tudo isso é Casa 12. Por falar a respeito do que é inconsciente, pode ser difícil lidar com alguns planetas nessa casa, quando temos eles no nosso mapa natal. Por exemplo, Mercúrio fica muito bem na Casa 6, porque é o nosso lado racional e lógico, mas ele na Casa 12 vai procurar entender, explicar e racionalizar o que não se explica, o imponderável. Por isso, Mercúrio de 12 está em exílio terrestre.

Outro planeta que não fica muito adequado na Casa 12 é Marte, que representa a nossa iniciativa, agressividade e a forma como nos defendemos quando somos atacados. Marte na Casa 12 é a luta de tomar iniciativa em questões que estão fora da nossa consciência e controle. Em compensação, alguns planetas funcionam muito bem na Casa 12, como por exemplo, Netuno e Júpiter. Netuno fala das conexões invisíveis que ligam pessoas, acontecimentos, causas e sincronicidades e, por isso, está em domicílio terrestre quando na Casa 12.

Júpiter, regente clássico de Peixes, também está em domicílio terrestre e pode atrair sorte e benefícios numa área em que você não controla. Assim como Vênus, também benéfico e interessante de se ter na Casa 12.

Além de tudo, é muito comum ver em almanaques a Casa 12 ligada a prisões e hospitais. Na verdade ninguém é preso à toa nem internado sem necessidade. Pessoas nessas condições estão fora do ordinário (Casa 6), ou seja, estão numa situação extraordinária, e portanto precisam de ajuda, atenção e cuidados. E é por isso que quem tem muitos planetas na Casa 12, entre outras coisas, podem ser profissionais que mexem com esse lado extraordinário, onde assistência, cuidado e até caridade são necessários: médicos, enfermeiros, pessoas que fazem trabalho voluntário, entre outras.

Do ponto de vista de saúde há também um aspecto bastante interessante. Dentro do mapa, olhamos principalmente a Casa 1, Casa 6, Casa 8 e a Casa 12 quando queremos detalhes da saúde de uma pessoa. A Casa 12 fala sobre as doenças assintomáticas (sem sintomas), que vão deteriorando nosso corpo e não nos apercebemos disso. Lógico, porque não temos consciência. Como é uma casa psíquica, essas doenças têm muito a ver com o nosso estado psíquico. Interessante, não é?

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Nodos lunares e seus significados

Os nodos lunares nem sempre são utilizados na interpretação astrológica, mas eles trazem informações bastante pertinentes em relação ao mapa natal. Podem indicar momentos importantes em trânsitos e em progressões, entre outras análises.

Também conhecidos como Cabeça do Dragão (Nodo Norte) e Cauda do Dragão (Nodo Sul), os nodos são o encontro da órbita lunar com a trajetória do Sol. Existem duas trajetórias, um pouquinho inclinadas uma em relação a outra, e entre os pontos formados por essa inclinação há o encontro entre ambos.

Ambos os nodos representam a ligação entre masculino (órbita do Sol) e feminino (órbita da Lua). Um dos muitos significados dos nodos é o encontro de pessoas significativas em nossas vidas. Nodos ativados por trânsitos e transgressões podem representar a chegada de determinadas pessoas que fazem com que você mude a sua visão de mundo. Por exemplo, um professor que será importante, o amor da sua vida, alguém que o puxou pela mão e mostrou um caminho novo, abrindo um leque de possibilidades muito interessantes.

Há algumas diferenças entre os nodos. O Nodo Norte indica um caminho e uma direção de vida. É muito comum que quando você consegue ir rumo a Casa e Signo indicados por ele, as coisas na sua vida começam a se encaixar. O nodo oposto, o Nodo Sul, indica uma série de comportamentos que fazemos automaticamente, sem pensar. Por exemplo, se você tem o Nodo Sul na Casa 6, automaticamente, você assume comportamentos de organização do seu dia a dia. Você não precisa pensar “tenho que organizar o meu dia”, você simplesmente o organiza. Já se você tem o Nodo Sul na Casa 3, por exemplo, você faz contatos automaticamente. Mesmo que tenha um Mercúrio que não é comunicativo, há uma busca por informação e conexão com as outras pessoas.

O Nodo Sul, além de tratar de comportamentos automáticos e inconscientes, também tem uma relação com a hereditariedade. Aquilo que nós trazemos na nossa carga genética quando nascemos ou, caso você acredite em reencarnação, aquilo que você trouxe de vidas passadas. Os antepassados têm profunda relação com o Nodo Sul. Por isso, ao nascermos, exercemos esses comportamentos automáticos indicados pelo Nodo Sul. Desde que nascemos, este nodo indica a rota que preferimos seguir para abrir caminhos e nos desenvolver. No entanto, a uma certa altura da vida, essas atitudes começam a se desgastar e a vida começa a estagnar e a se repetir.

No Nodo Norte há um certo receio de tomar atitudes indicadas por ele no mapa natal, até que a vida dá um empurrão e somos obrigados a tomar aquela direção. A impressão é a de que o universo se abre quando ganhamos coragem para ter determinados comportamentos indicados pelo Nodo Norte (Signo e Casa). A vida fica mais brilhante! Não é a toa que quando tomamos esse caminho, as coisas começam a dar certo. Entretanto, devemos lembrar que ambos os nodos formam na verdade um eixo. Dessa forma, ambos trabalham em conjunto e interdependem um do outro. Na verdade, não existe um Nodo bom e outro ruim. O segredo é usar a potência gerada automaticamente pelo Nodo Sul, para conseguir alcançar uma direção de vida nova e frutífera, que sempre será indicada pelas características do seu Nodo Norte natal. Quando isso acontece, há o sentimento de satisfação pessoal e uma agradável sensação de missão cumprida.

Ao analisar os nodos é preciso levar em conta, além do eixo de signos e casas em que se encontram, os aspectos que fazem com o Sol, a Lua e os planetas, pois tudo isso é importante na leitura do mapa.

 

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O Lazer e a Casa 5 do Mapa Natal

O que você faz com o seu tempo livre? Do que você gosta de fazer quando tem uma folga na agenda e que é considerado gratificante? Sempre que queremos saber o que torna uma pessoa realizada quando o assunto é prazer, diversão ou lazer é preciso analisar a Casa 5 do seu mapa natal, responsável pelo recreio, entretenimento e pelas atividades lúdicas.

Dependendo do signo ou planeta que se tem na Casa 5 é possível descobrir o que a deixa feliz, sem que essa atividade esteja atrelada a algum tipo de compromisso ou remuneração.

Quando uma pessoa tem Gêmeos na Casa 5, por exemplo, todas as atividades prazerosas são de natureza intelectual, de certa forma é o que a alimenta. Ir ao cinema, visitar uma exposição cultural ou uma palestra, entrar numa livraria e folhear diversos livros, assistir a uma série, aprender algo diferente, participar de um workshop, ou seja, estar em lugares cercados de pessoas e de conhecimento, de conversas inteligentes. Para essas pessoas até assistir a um documentário ou noticiário é prazeroso, porque estão recebendo informações que consideram relevantes e sentem prazer em se sentir informadas.

Já se a pessoa tem Virgem na Casa 5, parte do prazer dela é colocar em ordem as coisas, organizar um roteiro, definir locais para visitar durante uma viagem, listar quais são os filmes que estão passando no cinema e qual o melhor horário pra ir, entre outras coisas. Roteirizar é o prazer delas, cuidar dos preparativos de uma festa ou evento. Além disso, fazer as mesmas coisas também é um prazer pra quem tem Virgem na Casa 5. Ir aos mesmos restaurantes, pedir sempre as mesmas opções do cardápio, ou seja, ter uma rotina nesta área.

Já se a pessoa tem Libra na Casa 5, o prazer está muito ligado à companhia. Pra ela estar ao lado de uma boa companhia em casa, no cinema ou numa festa é mais prazeroso do que o programa em si. É bem aquela ideia de “esse lugar não está legal, mas valeu a companhia.”

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Céres: saiba como interpretá-la no mapa natal

Ceres ou Deméter é a deusa do cereal na mitologia greco-romana, representa o aspecto matriarcal e também a imagem do poder de nutrição. No universo mitológico dizem que ela ensinou aos homens as artes de arar, plantar e colher e, às mulheres, como moer o trigo e fazer o pão. Na astrologia Ceres representa a nutrição incondicional, o alimento físico e espiritual, a abundância, a necessidade de proteção e segurança.

Quem tem Ceres proeminente no mapa natal, (exemplo: Ceres em Casas Angulares ou próxima ao Sol ou Lua) possui uma experiência forte de abundância, ou de viver em abundância ou de gerar abundância,  que é sempre representada pela deusa segurando o trigo em mãos. Vamos pegar como exemplo a casa 7, que é a casa de relacionamentos. Entrar numa relação em que o parceiro tenha Ceres na casa 7 gera uma experiência de fartura e de não falta, porque através desse relacionamento há uma conexão com a sensação de abastecimento.

Ceres na casa 4, que é uma casa ligada à família, revela uma pessoa que tem sua atenção voltada para sua família e ambiente familiar sem que haja aquela sensação de escassez, pelo contrário, proporciona o sentimento de ‘nada me falta’.

Já Ceres na casa 5 revela uma pessoa que se sente nutrida quando pode compartilhar amor, principalmente com os filhos e a experiência de gravidez. Nesta casa há uma forte indicação astrológica de fertilidade. Não à toa Ceres está relacionada ao arquétipo da mãe, representando a capacidade de conexão com o outro, de confiança e da pessoa se sentir segura para compartilhar o amor, de se sentir nutrido e nutrir os outros. Quando a mulher está em busca da experiência maternal, inclusive, é bastante pertinente verificar onde está localizada a Ceres no seu mapa.

Ceres na casa 6 tem sua atenção voltada para  a realização das tarefas e serviços do dia a dia de maneira caprichosa. Já Ceres na casa 3 revela uma pessoa capaz de conversar, debater e discursar com grande desenvoltura, geralmente com uma escrita muito caprichada.

Além disso, quando Ceres está localizada em áreas profissionais, casas 2, 6 e 10, a atenção se volta para a profissão, para o ambiente da sociedade e para a reputação; revelando pessoas que cultivam algo ligado à alimentação e nutrição.

Falamos aqui resumidamente sobre a figura de Ceres no mapa natal. Achou interessante?  Este é um post baseado nas falas de Márcia Mattos e um dos tópicos do Curso de Astrologia da Companhia dos Astros!

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A importância das casas astrológicas

O que você prioriza na sua vida quando precisa tomar uma decisão importante? O dia só tem 24h, então é evidente que é impossível dar a mesma atenção a tudo aquilo que importa pra nós. Na astrologia existem 12 casas astrológicas, que representam 12 diferentes áreas da vida.

Existem algumas áreas do mapa natal que estão mais ocupadas e preenchidas com planetas ou pontos e, por isso, naturalmente recebem nossa maior atenção. Isso se dá pelo posição dos planetas, como a Lua, por exemplo, que é um planeta que revela em qual área da vida somos abastecidos emocionalmente.

O posicionamento de planetas que estão em uma área do mapa fazendo ou recebendo ligação e aspectos com vários outros planetas do mapa natal, também acabam gerando muita atenção para a área onde se encontram. Dessa forma, essas casas astrológicas que representam assuntos específicos da nossa vida acabam recebendo mais foco ou gerando eventos que acabam nos conduzindo para os assuntos representados por estas casas.

Sempre que houver uma decisão importante a ser tomada devemos considerar a casa do mapa natal que está mais ocupada, porque é esta área que não se pode deixar de dar importância. Por exemplo, se a pessoa tem a casa 4 relevante no mapa, com presença de planetas, não deve tomar decisões importantes sem levar em consideração a sua família  (de origem ou de coração). É preciso saber se esta família está de acordo, se foi incluída, se pode ser afetada ou se pode ser prejudicada por este projeto que está para ser executado. Por outro lado, se a pessoa tem a casa 5 relevante no seu mapa não há como deixar de lado o prazer em sua vida, aquilo que ela simplesmente adora fazer; não importa a natureza da oferta que esteja em pauta: amor, gratificação e prazer é que não podem faltar.

Já se a pessoa tiver a casa 7 proeminente, não deve tomar atitudes significativas que excluam o parceiro das suas escolhas, porque a companhia e os relacionamentos são extremamente importantes para esta pessoa.

Outro exemplo mais complexo é ter a casa 12 ocupada por planetas relevantes no seu mapa. Não importa o que esteja em jogo na vida desta pessoa, ela não deve deixar de tirar alguns minutos durante o dia ou durante a semana para olhar para dentro de si, para refletir sobre o que sente, ficar um pouco mais quieta e isolada para se organizar internamente. Além de averiguar no seu íntimo se a decisão que foi tomar faz sentido para a sua vida. Essas são algumas dicas baseadas na fala de Márcia Mattos e esse conteúdo faz parte do Curso de Formação em Astrologia da Cia dos Astros!

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Ascendente em Gêmeos e os signos das casas astrológicas

O Ascendente em Gêmeos, ao usarmos o sistema de Casas Iguais, tem, normalmente, a casa 2 em Câncer, a casa 7 em Sagitário e a casa 10 em Peixes. Geralmente quem tem ascendente em Gêmeos tem uma capacidade fantástica de se comunicar bem, ser multifacetado e ter uma articulação mental muito ágil. Por outro lado, quando vai lidar com as questões financeiras da casa 2 é mais fácil que ela consiga captar recursos trabalhando com o cuidado de outras pessoas, o ramo da alimentação ou até mesmo o ramo imobiliário de terceiros ou o próprio.

Quando falamos da casa 7 do Ascendente em Gêmeos, que está em Sagitário, o Gêmeos – que é racional – vai encontrar no Sagitário um parceiro que privilegia a aventura. A parceria com outras pessoas acaba ganhando estímulo, seja afetos amorosos, de amizade ou profissionais, por intermédio de alguma atividade em conjunto que promova muito entusiasmo, sobretudo no parceiro.

Já a casa 10 em Peixes tende a revelar um lado cuidadoso, uma pessoa piedosa, o que soa até estranho para um Ascendente em Gêmeos, tão ágil e falador. Mas isso acontece justamente por causa dessa casa 10 em Peixes, revelando uma pessoa empática,         preocupada em cuidar das outras pessoas. Por outro lado, podem acabar demonstrando dificuldade de tomadas de decisões ligadas à profissão, por não se sentirem encaixadas facilmente em nenhuma delas ou, o extremo oposto, ser hábil em muitas coisas, sem conseguir se fixar em uma.

Curtiu? Este é um post baseado nas falas de Carlos Hollanda, da Companhia dos Astros.

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